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Nada vende mais jornais como uma pequena competição entre empresas que se torna pessoal. Neste caso, um artigo do New York Times d0 fim de semana com o titulo “A briga da Apple com a Google está a tornar-se pessoal,” e que abria com um parágafo:

 

“Parecia ter sido o início de uma bela amizade.”

 

Parem a orquestra. O artigo longo que expunha em crónica a relação entre os titãs de Silicon Valley tinha sido formada por duas dúzias de intervistas com analistas, investidores da indústria e empregados. Esta história cobria desde o início do Google e da Apple, em que trabalhavam em harmonia para impedir que a Microsoft dominasse os serviços online e móveis. Acaba com o processo da Apple contra a HTC que indirectamente afecta o Android e a Google. De acordo com o New York Times, a origem da disputa é traição ou o facto de Steve Jobs pensar que Schmidt (um antigo membro da direcção da Apple) ter aproveitado e desenvolvido telemóveis que tanto em físico como em conceito se assemelham ao iPhone. Aqui está como este encontro é descrito:

 

“Numa reunião particularmente aquecida em 2008 no campus da Google, o Sr. Steve Jobs em tom feroz disse aos executivos da Google que se desenvolvessem uma versão multitouch (característica popular do iPhone que permite aos utilizadores controlar os seus dispositivos com as pontas dos dedos), ele ia processar a Google. Duas pessoas que assistiram à reunião descreveram-na como “feroz” e “aquecida”.

 

Adicionando à batalha de egos está o artigo de Tim Bray, o arquitecto por detrás do XML, que esteveu um artigo num blog que anunciava o seu papel como envangelista para developers de software na plataforma Android da Google. Ele tinha isto a dizer sobre competir com a Apple:

 

“A visão do iPhone do futuro da internet movel omite controversia, sexo e liberdade, mas incluí limites severos sobre quem pode saber e dizer. É um jardim com paredes ao estilo da Disney rodeado por advogados de dentes afiados. As pessoas que criam as aplicações servem o mestre e temem a sua fúria. Eu odeio-o.”,

 

Adiciona ele depois,

 

“Aparentemente a Apple pensa que podemos ter os benefícios da Internet enquanto controla que programas podem corridos, a que partes os programadors podem ter acesso e a informação que partilham uns com os outos. Eu penso que eles estão errados e vejo este trabalho como uma hipótese para provar isto.”

 

Fonte

Categories: Apple, Internet, Notícias

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